O Alvorecer da alegria indestrutível / John Piper

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SINOPSE

 

Sinto-me como o apóstolo Pedro no final de sua vida ao escrever sua segunda carta. Por duas vezes, ele disse aos seus leitores o motivo de sua escrita. No primeiro capítulo, disse: “considero justo, enquanto estou neste tabernáculo, despertar essas lembranças em vocês” (2Pe 1.13). Depois, no último capítulo, disse novamente: “procuro, com lembranças, despertar a mente esclarecida de vocês” (2Pe 3.1).

 

Seu objetivo era, primeiramente, lembrá-los. E então, ao lembrá-los, despertá-los. É para isso que serve este pequeno livro de leituras do Advento: lembrar e despertar.

 

O termo grego para “despertar”, assim como em português, é utilizado mais frequentemente para acordar alguém que estava dormindo. É dessa maneira que o termo é usado, por exemplo, em Marcos 4.39: “[Jesus] despertando, repreendeu o vento”. Pedro pressupõe que seus leitores cristãos precisam ser despertados. Estou certo de que eu mesmo, continuamente, preciso ser despertado. Especialmente quando o Natal se aproxima.

 

Sou propenso a ser insensível, apático, morno e espiritualmente letárgico. Os seres humanos são assim, inclusive os cristãos, até mesmo com relação a grandes coisas. Pedro sabe disso e está escrevendo para despertar seus leitores a fim de que eles não apenas saibam, mas também sintam a maravilha da verdade.

 

Foi por isso que escrevi estes devocionais. O que você e eu precisamos normalmente não é de um ensino totalmente novo. Verdades totalmente novas provavelmente não são verdades. Precisamos ser lembrados da grandiosidade das antigas verdades. Precisamos que alguém nos diga uma antiga verdade de uma nova maneira. Ou, às vezes, que apenas nos digam a verdade.

 

O que Pedro realmente quer dizer (e o que eu quero dizer) com ser despertado é sentir alguma medida da alegria que Deus quer que o Natal traga. “Não tenham medo! Estou aqui para lhes trazer boa-nova de grande alegria” (Lc 2.10). Não é pequena alegria. Não é modesta alegria. Mas “grande alegria”. Se não sentimos isso quando ponderamos sobre a encarnação do Filho de Deus, precisamos ser despertados.

 

Eu chamei o Natal — e este livreto — de “o alvorecer da alegria indestrutível” porque a alegria que Jesus estava trazendo ao mundo era singular na história. Uma vez que a temos, ela não pode ser destruída. Jesus disse: “ninguém poderá tirar essa alegria de vocês” (Jo 16.22).

 

A alegria que Jesus veio trazer não pertence a este mundo. 

É a mesma alegria que o próprio Jesus tem em Deus Pai — alegria essa que ele tem desde a eternidade e terá para sempre. 

Não existe alegria maior que a alegria que Deus tem em Deus, porque Deus é o maior objeto de alegria e tem os maiores poderes para desfrutar.

 

Jesus disse: “Tenho lhes dito estas coisas para que a minha alegria esteja em vocês, e a alegria de vocês seja completa” (Jo 15.11). A alegria dele era a própria alegria de Deus, e ele promete colocá-la em nós. É isso que o Espírito Santo faz. Ele derrama o amor de Deus em nosso coração (Rm 5.5), e com isso a alegria de Deus em Deus. “Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria […]” (Gl 5.22). Isso é “grande alegria”. E ela não pode ser retirada. É indestrutível.

 

Ah, mas ela pode adormecer. É por isso que Pedro diz: 

“considero justo, enquanto estou neste tabernáculo, despertar essas lembranças em vocês” (2Pe 1.13). Sim, isso é muito importante. Pois quão errado e quão triste é quando estamos diante de grandes maravilhas e não sentimos nada. É importante, portanto, que ele escreva — e eu escreva — para despertar nossas 

afeições para a maior maravilha de todas: a chegada, a obra e a pessoa de Jesus Cristo, o Filho de Deus, neste mundo.

 

Que o Espírito de Deus use estas palavras para abrir os seus olhos mais uma vez para as glórias de Cristo e dar-lhe uma nova porção de sua alegria indestrutível

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